Pensamentos sobre o Sofrimento IV

“Tem sido tão dificil… e o que eu estou descobrindo, é isso! Coisas legais e difíceis andam juntas. Dedicação e Sacrificio – Esses são todos os elementos para se ter uma vida maravilhosa com Deus. É um requisito. É isso o que eu aprendi depois de fazer isso por 30 anos.”

David Pierce

Pensamentos Sobre o Sofrimento III

“Tente excluir a possibilidade de sofrimento implicada pela ordem da natureza e pela existência do livre arbítrio, e você descobrirá que exclui a própria vida”

C.S. Lewis

O Problema do Sofrimento (pag. 42)

A Inteligência é Como o Pênis!

Tem jeito de não ser apaixonado por Rubem Alves? =)

Retirado de Pavablog

Em Reverencia!

Em 2006 tive a oportunidade de participar da gravação do primeiro cd da banda Days Are Nights, Sounds Of The End lançado pela 80´s Records. Atualmente é uma das mais respeitadas bandas brasileiras de New Wave/Post Punk. Abaixo segue um clipe não oficial da música In Reverenci que gravei junto com a banda.

Rod Silva- Teclado/Voz
Dennis 80´s- Programações/Voz
Cledson Rocha – Voz

Para conhecer mais sobre a banda, clique AQUI!

“Lord… My Soul Sings!”

Usina 21 – Jovens, Idéias e Transformação Social

Sábado, 07 de novembro, na Universidade Mackenzie.

Jota
10h00 às 12h00 – OFICINA: “Grafiteiros, arteiros e produção alternativa” [Nessa vai ter uma surpresa]

Jota
14h00 às 16h00 – PAINEL: “Igualdade entre todas as pessoas formas e tribos”

Eu + Fih (SEXXXCHURCH)
14h00 às 16h00 – OFICINA: “Falando abertamente sobre sexo”

Confira a lista completa de palestrantes e maiores informações AQUI!

Qual é a sua história?

A forma como você conta a sua vida muda a própria vida

Eu sempre me senti como Cheherazade, a moça esperta das mil e uma noites. Não porque sou esperta, mas porque de algum modo sempre soube que contar histórias me salvava de perder não a cabeça, como era o caso de Cheherazade, mas de perder a mim mesma. Quando era muito pequena e ainda não sabia ler, imaginava histórias para escapar do medo do escuro. Contava para mim mesma na minha cama de bebê crescido. Quando entrei na escola, imaginava enredos que me carregavam para além das crueldades infantis que me aterrorizavam tanto ou mais que os monstros noturnos. Quando cresci virei jornalista e passei a contar histórias reais para poder viver. Sempre soube que contar histórias me salvava da versão adulta do medo do escuro. Agora, que sou gente grande, contar histórias ordena o caos da vida, me dá sentido e identidade.

Ao tornar-me uma narradora de vidas fui aprendendo algo determinante para o curso da minha existência. Toda vida é uma invenção própria. Não que ela não seja feita de fatos, de dados concretos, de eventos incontroláveis. O que é absolutamente uma criação própria é a forma como cada um olha para a sua vida.

De fato, há uma só existência. Mas são várias as possibilidades de narrativas desta mesma existência. Um mesmo episódio, por exemplo, vivido por você e por sua mãe, será contado de maneira às vezes totalmente diversa por você e por ela. E ninguém estará mentindo. Da mesma forma, o mesmo fato vivido por você poderá ser narrado de formas opostas por você mesmo, em momentos diferentes da sua vida. E você estará sendo verdadeiro em ambas as ocasiões.

Isso não significa distorcer o que acontece ou aconteceu. Apenas que há muitas possibilidades de olhar para o que acontece ou aconteceu. Há muitas verdades possíveis. E é a escolha de como olhar para os eventos (ou a falta deles) de sua vida que vai determinar a própria vida. Ou seja: ao escolher como olhar para sua vida você escolhe quem você é. Leia +.

Eliane Brum, no site da Época.

(Via Pavablog)

Injeção de Animo!

Alguns foram tão traumatizados pela vida que a mera sobrevivência, um dia de cada vez, tornou-se a única preocupação. Outros foram tão manchados pelas circunstâncias, marcados por deficiências físicas e emocionais ou contundidos e esmagados pelos caprichos da vida que mal são capazes de olhar além das próprias necessidades. William Barry, por exemplo, reflete sobre o homem de quem Jesus expulsara uma legião de demônios. Depois da cura, “ao entrar Jesus no barco, suplicava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: `Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti’” (Mc 5:18-19, grifo do autor). O homem aparentemente não deplorou essa “rejeição” como injusta. Ao contrário, “ele foi e começou a proclamar em Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera; e todos se admiravam” (v. 20).3

Pelo jeito, esse homem não foi chamado a um discipulado radical. Mas para, assim como nós, ouvir com atenção a primeira palavra de Deus dirigida a nós. Essa palavra é o dom de nós para nós mesmos — nossa existência, nossa natureza, nossa história pessoal, nossa singularidade, nossa identidade. Tudo que temos e somos representa um modo único, que jamais será repetido, de Deus expressar-se no espaço e no tempo. Cada um de nós, feito a sua imagem e semelhança, é mais uma promessa que ele faz ao universo de que continuará a amá-lo e importar-se com ele.

No entanto, mesmo quando a fé nos persuade de que somos uma palavra de Deus, permanecemos ignorantes do que Deus está tentando dizer por meio de nós. Thomas Merton escreveu: “Deus me profere como uma palavra que contém um pensamento parcial dele mesmo. A palavra nunca será capaz de compreender a voz que a profere. Mas se sou fiel ao conceito que Deus profere em mim, se sou fiel ao pensamento que ele teve intenção de corporificar em mim, estarei cheio de sua realidade e o encontrarei em todo lugar de mim mesmo, e a mim mesmo em lugar nenhum. Estarei perdido nele”.

Com resistência e perseverança, devemos aguardar que Deus esclareça o que ele quer dizer por meio de nós. Essa espera envolve paciência e atenção, bem como a coragem de deixar-se proferir. Essa coragem vem apenas pela fé em Deus, que não profere palavra de falsidade.

Leia o texto completo AQUI!

Livro: A assinatura de Jesus
Autor: Brennan Manning
Editora: Mundo Cristão

Death Metal Saved My Life!

Eu tinha por volta de 17 anos. Não lembro exatamente. Mas estava vivendo uma mega crise de identidade, se é que posso assim chamar. Tinha brigas quase que diárias com meu pai por causa “desses malditos cds de rock do demonio”. Ele dizia que eu estava levando o demônio pra dentro de casa. E sendo ele o chefe da familia, não permitiria isso. Apesar de estar numa fase de supervalorizar pequenos problemas, eu ficava pensando. “Deus, me mostra se eu to errado. Porque se estiver errado, eu paro de ouvir musica. Eu simplesmente detesto ‘música da igreja’. Não terei mais o que ouvir.”
Isso realmente estava afetando meu relacionamento com meu pai e com Deus. Leia o resto deste artigo »

Pensamentos Sobre O Sofrimento II

“Deus certamente não estava fazendo uma experiência com minha fé nem com meu amor para provar sua qualidade. Ele já os conhecia muito bem. Eu é que não. Nesse julgamento, ele nos faz ocupar o banco dos réus, o banco das testemunhas e o assento do juiz de uma só vez. Ele sempre soube que meu templo era um castelo de cartas. A única forma de fazer-me compreender o fato foi colocá-lo abaixo.”

C.S. Lewis em Anatomia de uma Dor

Pensamentos Sobre O Sofrimento

“O Filho de Deus sofreu até a morte. Não que os homens não possam sofrer, mas que seus sofrimentos possam ser como os dele.”

George Macdonald – Sermões não proferidos, primeira série.

Retirado do livro O Problema do Sofrimento de C.S. Lewis

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