Prosa Recente

Ela dança presa à cadeira. Samba feito prosa recente. Sente falta do ausente. E me diz “quanto tempo?”. Penso com o franzino cenho – nem lembro.
Fica inquieta. Ri. Sorri sem o aparelho no dente. E me cobra a marca de si. Me da um abraço. Um beijo quente. No rosto. Nada além, não pense. Nos despedimos em juras de se encontrar naquele próximo bloco do carnaval que acabou. Que virá, passará e nos levará.

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