Demônio

A música, muitas vezes, me salva de longas batalhas na alma. Um tipo de placebo, admito. Por outro lado percebi que é no silêncio que percebemos os demônios. Na quietude ele é afligido. Na solitude é manifestado, exposto e expulso. Sem alarde. E cada um conhece a altura do som mudo de suas próprias guerra.
‘Às vezes sinto medo. E medo, pode. Eu, o campo de batalha sou eu. A culpa que me espera morreu. Meu corpo é onde a luta viveu. Meu campo de batalha sou eu’.

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