Oração Subversiva

Para se perceber criação e enxergar a beleza que salvará o mundo, como diria Dostoievski, é preciso subverter os ritos da oração.
Abrir os olhos em vez de fechar. Olhar para o mais baixo em vez de levantar a cabeça aos céus. Abrir as mãos em vez de fechá-la em senso de piedade. E que o sinal da cruz não seja somente dedos brincando com o ar, mas um abraço disposto a sangrar.

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