Devocional

Segue no aperto. No passo comprimido. Na economia do aumento. Mas não se vista de ídolo.
Se alimenta do melhor. Porque as bolotas dos porcos são os novos manjares. Perceba em nosso prato o veneno. Do chão sujo verdadeiro alimento.
Não roube o dinheiro. Nem a identidade que o papel não mostra. Muito menos o tempo. Descarrega o cenho.
Escolha amar. Mas na mesma prateleira, a dor a carregar. Carrega a cruz. Confessa o pecado.
Não esqueça de respirar. Xinga caralho. Joga baralho. De graças a Deus.

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