D´artagnan

“É Mentira!” gritava em alto e bom som. Agia como cavaleiro protegendo sua amada de um futuro casamento eternamente infeliz. “Ele não a ama”.
Estava passando na sala e resolvi parar para tentar entender o que acontecia. Quem era a mocinha, o bandido, o cavaleiro e o dragão? Eis um barraco digno de D´artagnan, pensei.
Ledo engano. Era só o bobo da corte brincando de verdade. A corte rindo com(o) bobo. Enquanto o açoite bradava no calabouço. Ainda sim, podia jurar estar em casa com a televisão ligada.
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