Entre a Responsabilidade e a Autoanulação

A primeira vez que disse “sim” partiram seu coração. Prometeu nunca mais se permitir sentir isso até a primeira vez que disse “não”, e perceber que ela mesma havia se partido.
A segunda vez que disse “não” poupou-se do que perderia se tivesse dito “sim” ao ladrão de tempo. A segunda vez que disse “sim” tudo ocorreu bem até a chegada do fim.
Mas curinga mesmo é o “talvez” que é bom contador de histórias que jamais acontecerão.

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