Rara Gente

Há quem tome a vida por notas agudas, musicas obtusas que se encerram em funerais. Entretanto, os que compreendem sua condição terminal vivem sua crônica em conto e poesia. Encontros, enquanto respeitando pontos e vírgulas, embriagam-se em cortesia entre os parenteses na linha. Respira o céu que, a partir do fel, é cura da lida. O mel no céu da boca do beijo amargo de um amor que se foi. Eis a sina do paciente, respeitando as dores adjacentes, não se deixa seduzir pelo ausente caso de amor. Antes, espera pacientemente resposta a pergunta frequente; me concede essa dança até o sol poente?
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