Não Sabe O Que Sei

Ah! Onde é agora e o beijo também. Diz “farsa” essa hora, não sabe o que sei. Lâmpada acesa acessa um quarto de um terço descaso que reza alguém. Se diz a verdade não nega a ninguém os olhos cansados de uma noite ou trem. Separa a marra dos gestos em mim, quebradas as cascas de gemas e claras de uma história sem fim. Singelos pecados gelados de horror. O doce melado de pouco sabor. Caleja o carinho de longa estrada. Afia os espinhos das marcas cicratizadas. Encerra a morte num luto de vida e corre pra longe do túnel de luz. Espera a sorte do atraso do ônibus e senta atrás da bela figura. Até o monstro suspira encanto e canta ternura. Não deixa palavra estragar o sorriso, só permite à mente o desconhecido. Aonde é agora e beijo também. Ela me olha em tons contrangidos. Melhor, disfarça nessa hora… ela não sabe o que sei.
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