Seres Reais, Histórias Imaginárias

Que bela incógnita.
E não me importa a resposta.
Que bela pergunta.
Me atrai por que está escuro.
Não que a luz tenha se apagado.
Que bela criança.
Que brinca de não de saber.
Como se, desajeitada, não soubesse brincar.
Que bela estrela.
De noite febril e de pequenos rebentos
Arroubos de violenta ternura.
E o que me resta é esperar o nascer.
Porque nos seus olhos, o sol ja se pôs.

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