Travessa

E atravessa o tempo como se a virada fosse um portal. E a travessa cheia de comida para alimentar tantos sonhos. E as avessas imerge num sorriso bobo de amnésia. E emerge como aves essas, que ressurgem. E a chuva que cruza o céu reforça o que foi plantado com lágrimas. E lástimas não se desfazem. E, pensando bem, se afastar da dor é afastar-se de si. No fim, não é a contagem de tempo que começa e finda ciclos. É o decidir acordar pela manhã.
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2 pensamentos sobre “Travessa

  1. Leio sempre seus textos e amo… estou te seguindo 🙂
    Te espero no meu blog, uma visitinha faz bem, e se não estiver com pressa, espero q fique e siga … bjssssssssss

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